terça-feira, 28 de maio de 2013

Hepatite C entre jogadores de futebol

Jones Lopes da Silva
Jornal Zero Hora - Porto Alegre

    Resta ao ex-lateral Luiz Carlos a foto envelhecida, de 1973, como lembrança dos companheiros do Gaúcho, de Passo Fundo, uma força do futebol do Interior nos anos 70. Dos 11 titulares, sobram três vivos: ele e os irmãos Luiz Freire e Zé Augusto. Com exceção do zagueirão Daizon Pontes, vítima de AVC, os outros sete morreram em consequência da hepatite C. O drama é um espelho dos pequenos e médios clubes que compartilhavam seringas para estimulantes injetáveis nos anos 1960, 1970 e 1980.    
   Muita gente não se salvou. A razão desse drama criado nos vestiários dos clubes pequenos e médios dos anos 1970 são os estimulantes e energéticos aplicados na veia com a antiga seringa de vidro, compartilhada sem a esterilização adequada. Alguém que já estivesse infectado contagiava os colegas. Comum à época, a prática disseminou o vírus da hepatite C e as consequências mais funestas. 
Leia aqui a postagem completa do cangablog - Gaúcho de Passo Fundo Dos onze jogadores, sobraram três