sábado, 2 de abril de 2011

A homenagem do sindicato dos delegados da PF a Sarney criou outra brasileirice ultrajante: o investigado condecorado

Um verdadeiro absurdo.
“Polícia é polícia, bandido é bandido”, ensinou ao Brasil dos anos 70 o delinquente Lúcio Flávio Vilar Lírio, um tipo raro de criminoso que rejeitava ligações promíscuas com os homens da lei. Se tivesse sobrevivido, ele ficaria certamente perplexo com a homenagem prestada a José Sarney pelo Sindicato dos Delegados da Polícia Federal (Sindepol). Investigador é investigador, investigado é investigado, diria Lúcio Flávio ao delegado Joel Zarpellon Mazo, presidente do Sindepol.
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A homenagem do sindicato dos delegados da PF a Sarney criou outra brasileirice ultrajante: o investigado condecorado